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A kind of magic

Textos sobre tudo e sobre nada. No fundo, uma plataforma para reclamar da vida e dos erros ortográficos das pessoas, senão não seria aluna da fluc.

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Textos sobre tudo e sobre nada. No fundo, uma plataforma para reclamar da vida e dos erros ortográficos das pessoas, senão não seria aluna da fluc.

02
Jul20

DIY #3: A mesa do Maradona

B.

   Depois do DIY à minha secretária fiquei cheia de vontade de mudar a minha casa toda e não descansei enquanto não arranjei outra peça para restaurar. 🤩 Dar uma nova vida às minhas coisas além de me fazer sentir super-bff-do-ambiente, faz-me sentir autónoma e independente. Sempre tive criatividade para dar e vender e sou muito sincera quando digo que A-DO-RO fazer DIYs e meter as mãos à obra. 💪💪

mesa3.jpg

   Desta vez, a vítima foi a mesa da varanda que é utilizada inúmeras vezes no verão e que não só precisava de ser envernizada, como também de ser substituída lol. Depois de lixar todas as extremidades e superfícies da mesa que tem uns pés que abanam mais do que os joelhos da minha avó, decidi pegar no pior pincel que tinha em casa (mais careca do que o peito do Toy) e envernizá-la com o “produto colorido incolor” 👨🏽‍🎨👨🏽‍🎨 – que acabou por ser castanho escuro transparente – deve ser daí o nome. 😒😒 Mas, muito antes disso, tenho-vos a dizer que isto das máscaras até deu jeito para a preparação da madeira, senão eu tinha comido mais pó do que o Maradona. 🤭🤣 Apesar de tudo, gostei muito do resultado final, porque a mesa ficou com um aspeto mais rústico e natural. Agora resta-me ir limpar todo o pó que fiz antes que o meu cão comece a dar-se pelo nome de Diego. 🤣

#CallMeGustavoSantos #QueridoMudeiAMesa

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Antes

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Depois 🙌

30
Mai20

DIY #2: O mistério do papel de parede e as 7 colinas de Lisboa

B.

   No auge da minha (estúpida) juventude achei por bem colar fotos na minha secretária. O branco e o clean nunca me agradaram e, por isso, achei que um ar rebelde com fotos mal tiradas ficariam bem ali coladas. Passados estes anos todos decidi tirá-las e hmmm… 🤔 o resultado não era o melhor. 😥Esta inocente estava à espera de que, quando tirasse as fotos que lá estavam coladas há 68 anos, a secretária estivesse branca e límpida como se a tivesse acabado de comprar. 🤦‍♀️ Escusado será dizer que faço parte da geração que usou supercola 3 para colar tudo e mais alguma coisa – inclusive os dedos. 🤟

   Para relaxar do trabalho que a faculdade me tem dado ao longo deste tele-semestre decidi, então, mudar a minha secretária (e, agora que penso nisso, se calhar não fez muito sentido mudar a secretária ao fim do semestre, visto que, pronto, é o fim do semestre e só tenciono usá-la em setembro, espero eu 🙏). Comecei por arrancar todas aquelas colagens e fotos de gosto duvidoso e fui à procura dos resquícios do meu papel de parede, o que se revelou uma grande caça ao tesouro, visto que demorei 3 dias para o encontrar. 🤬

   Aventura começa quando, para aplicar o papel, tenho que o medir e cortar, que são coisas que eu odeio 😒. Primeiro que eu acertasse na medida foi o car*#!o e mesmo assim ainda tive que andar com o x-ato a cortar as bordas 😡 e o problema maior vinha a seguir quando o x-ato me foge e eu falho completamente onde deveria cortar 🤦‍♀️ – evitam de procurar nas imagens, porque eu tapei com os copos das canetas 🤣. Pronto, o papel era pequeno em largura só para pôr uma vez, por isso tive que voltar a medir e a cortar, logo eu que adoroooo cortar coisas a direito (na minha conceção) e depois parecerem as 7 colinas de Lisboa. 😍😍

   E, como sei que se estão a perguntar como ficou, ficam algumas fotos aqui abaixo para poderem ver a minha arte, enquanto eu continuo a tentar tirar aquela maldita cola das mãos, porque quem sabe não esquece - colar os dedos claro. 🙌

#CallMeGustavoSantos #QueridoMudeiAParede

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   Antes

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  Antes das 7 colinas 🗻 

depois1.jpg

 

Depois 🙌

 

 

 

16
Fev20

Missão Impossível: Dia dos namorados e DIY #1

B.

   O dia dos namorados (aka dia em que os solteiros insinuam que todos os casais à face da terra têm uns belos enfeites na testa) foi anteontem e, como não poderia deixar de ser, este é mais um dia daqueles que eu não gosto. Mas como era o primeiro do J. e eu até lhe gosto de fazer surpresas, até me esforcei um bocadinho.😏 Caaaalma malta, não vou especificar esse tipo de surpresas! 🤣

   Como #SomosTodosPobresMenosParaViajar optei, logo desde início, por pensar numa coisa simples, então lembrei-me logo daqueles quadros mesmo parolos e lamechas das constelações. Mas como não sou nenhum Rui Pinto e não consegui chegar ao nome da marca e o dia D já estava próximo, arranjei outra solução e comecei a fazer o meu próprio quadro. A minha inocência e as #influencers que fazem DIYs fizeram me acreditar que iria ser um processo bem simples e fácil, por isso pus mãos à obra!

   Iniciei esta árdua missão por pesquisar a constelação que eu queria, as coordenadas e comecei por trabalhar no publisher – sim, eu sei que em 2020 ninguém usa isso, mas o word é mainstream e nós gostamos é de desafios. 💪

(just kidding, desisti do publisher nos primeiros 5 minutos, depois de quase partir o computador por não conseguir mudar a cor da folha)

   Continuando, depois dessa trabalheira toda que acabou por me roubar 2 ou 3 horas – sim, eu sei que foi tempo a mais, mas já disse que não sou nenhum Rui Pinto! – fui à loja mais barata que existe aqui nos arredores e comprei uma moldura. Ah, se eu soubesse (desde início) que encontrar uma moldura preta A4 era como encontrar o meu cão quando lhe digo que é para tomar banho…  🤦‍♀️ Mas pronto, acabei por trazer uma lata de spray preto e uma moldura dourada, depois tive que vestir a pele de um maninho dos graffitis e fazer de conta que não ia morrendo sem oxigénio. Escusado será dizer que esse cheiro ficou entranhado no meu cabelo durante 3 dias e que ainda existem resquícios na varanda que, coitadinha, ficou abandonada desde então. Depois de esperar 1 dia e meio para secar, porque aquela tinta devia ter algum componente de efeito retardante (como aqueles preservativos que a *marca que vende cujo nome não vai ser mencionado porque não patrocina* dispõe) meti a folhinha polémica lá enfiada e puf: temos prenda pirosa para o dia dos namorados!

   E, como sei que se estão a perguntar se o J. gostou, vou vos dizer: sim gostou, nem poderia ser de outra forma! De qualquer maneira, posso dizer-vos que foi uma boa aposta e ficou bastante em conta. Agora, vou dar-lhe um quadro destes todos os anos até o rapaz se cansar de ver o céu.

   É caso para dizer que o meti a ver estrelas

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