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A kind of magic

Textos sobre tudo e sobre nada. No fundo, uma plataforma para reclamar da vida e dos erros ortográficos das pessoas, senão não seria aluna da fluc.

A kind of magic

Textos sobre tudo e sobre nada. No fundo, uma plataforma para reclamar da vida e dos erros ortográficos das pessoas, senão não seria aluna da fluc.

23
Jul20

A trágica história do Facto, o cacto 🌵

B.

   Quem me conhece sabe o gosto que tenho pelas plantas, mas há um tempo para cá deixei os vegetais e dediquei-me aos meus cactos e suculentas. 🌵 É certo que são plantinhas muito giras, mas não há luvas que aguentem – as minhas mãos parecem lixas e as minhas unhas parecem as das meninas da ribeira do Sado. 🤢🤢

   A aventura começou logo no supermercado, quando eu queria adotar um pequeno cacto e não sabia como pegar-lhe sem me picar toda. A minha cabeça iluminou-se quando me lembrei de ir à padaria buscar umas luvas, mas o problema surge quando há uma longa fila à minha frente para o bico do dia.🍞 Optei por ir à frutaria buscar um saco plástico (que, ATENÇÃO, depois foi reutilizado) e, quando voltei, já não havia o cacto que eu queria. 🤬🤬 Ou seja, nos dois minutos em que eu decidi a melhor estratégia para adotar um pequeno ser maligno, veio alguém com mãos de metal ou assim e levou-me o meu bebé que ficou órfão de mãe 😢 – pelo menos orfão de uma mãe tão boa como eu. 🤣

   Após mais um drama na minha trágica vida e de fazer as minhas comprinhas, eis que Nossa Senhora dos Cactos me surge e eu me ajoelho diante dela, suplicando que a alma penada que levou o meu ex-futuro-filho desistisse da ideia peregrina que tinha tido.  🙇‍♀️  🙇‍♀️ Por fim e chegando à caixa ali estava intacto o Facto (o meu cacto) abandonado na balança dos pêssegos, mesmo atrás da moça que trabalhava afincadamente e pergunto-lhe com cara de cachorrinho abandonado se posso levá-lo. 🥺🥺

   Fui feliz e contente para casa, sentindo-me uma mãe que tinha recuperado um filho retirado pela CPCJ e, quando cheguei, deixei-o cair à porta e matei o Facto. Sinto que se ele tivesse ido para um orfanato seria mais feliz, mas para compensar depois apareceu um porco espinho. É quase igual não é? 🤔

02
Jul20

DIY #3: A mesa do Maradona

B.

   Depois do DIY à minha secretária fiquei cheia de vontade de mudar a minha casa toda e não descansei enquanto não arranjei outra peça para restaurar. 🤩 Dar uma nova vida às minhas coisas além de me fazer sentir super-bff-do-ambiente, faz-me sentir autónoma e independente. Sempre tive criatividade para dar e vender e sou muito sincera quando digo que A-DO-RO fazer DIYs e meter as mãos à obra. 💪💪

mesa3.jpg

   Desta vez, a vítima foi a mesa da varanda que é utilizada inúmeras vezes no verão e que não só precisava de ser envernizada, como também de ser substituída lol. Depois de lixar todas as extremidades e superfícies da mesa que tem uns pés que abanam mais do que os joelhos da minha avó, decidi pegar no pior pincel que tinha em casa (mais careca do que o peito do Toy) e envernizá-la com o “produto colorido incolor” 👨🏽‍🎨👨🏽‍🎨 – que acabou por ser castanho escuro transparente – deve ser daí o nome. 😒😒 Mas, muito antes disso, tenho-vos a dizer que isto das máscaras até deu jeito para a preparação da madeira, senão eu tinha comido mais pó do que o Maradona. 🤭🤣 Apesar de tudo, gostei muito do resultado final, porque a mesa ficou com um aspeto mais rústico e natural. Agora resta-me ir limpar todo o pó que fiz antes que o meu cão comece a dar-se pelo nome de Diego. 🤣

#CallMeGustavoSantos #QueridoMudeiAMesa

mesa1.jpg

Antes

mesa2.jpg

Depois 🙌

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